Depois de nos associarmos ao bruxo Crimti, que descobrimos estar sendo perseguido pelos seus próprios compatriotas, meu Lorde Iganthor pediu tutela sobre Ghroetex. Muito suspeito, mas como estou apenas numa missão de proteção vou me ater a ela, a não ser que algo que grave contra Halruaa surja.
Nesse dia conhecemos um mago de Halruaa e seu protetor, eles haviam sido enviados para ver o mesmo problema das ruínas. Isso aqui deve ser sério mesmo pra mandarem um MAGO deles, além de membro da Guarda Dourada. Vael, o tal Guardião, é um exemplo do tipo de soldado básico contra quem nós, os monges treinamos em terreno plano: totalmente blindado e armado. Apesar das diferenças somos guerreiros os dois, prontos para defender nosso país ou cairmos defendendo-o.
Seguimos até o ponto do ataque, um lugar cheio de vinhas, talvez algum tipo de templo abandonado ou coisa assim. Mas, não tinha nenhum tipo de símbolo sagrado de qualquer Deus. O mago encontrou runas em volta de um tipo de portal que aparentemente levaria nosso gnoll por entre as regiões dos ataques, afinal as coisas fariam mais sentido. Entramos no templo, e nos deparamos com um altar de sacrifícios com sangue seco nas caneletas de drenagem. O resto do lugar era pura decadência, coberto de vinhas, as portas rotas e fechadas. Vael, o Guardião Dourado, voltou dizendo ter sentido cheiro de algum animal por detrás de umas das portas. Posicionamos-nos para flanquear o que quer saísse correndo, mas vimos que ele não estava mais ali.
Aparentemente ele se aprofundou no templo, seguimos e logo encontramos uma masmorra. Eu fiquei na frente de Iganthor e esperei a investigação de Vael. De lá ouvi um grito e um estardalhaço e avancei para ver o que era: um imenso gnoll gargalhava agachado entre as sombras. Vael estava ao chão, atordoado de alguma forma. Dei carga ao oponente, mas ele era mais ágil do que parecia e errei meus ataques. Vael se recuperou e continuou o ataque. A resistência dessa besta parecia inabalável, mesmo quando eu usei meus punhos de fogo e pontos de pressão para paralisá-lo, será que ele não sente dor? Até que Iganthor fez algo estranho lá atrás, entoou algum tipo de som que fez o bicho agonizar, nos ignorar e encurtar a distância com o Efreet. Aproveitando desse momento, Vael o abalroou com o escudo como um membro de uma falange, eu, que já estava correndo para proteger meu Lorde, aproveitei o ímpeto e o afastei ainda mais. Mais uma vez Iganthor entoou o mesmo som e o gnoll caiu, mas não antes de acertar Iganthor.
De acordo com os arcanistas ele estava possuído. Creio que deve ser por isso que ele não sentia dor, era só um corpo, o espírito dentro dele que deveria ser ferido. Mas, o espírito saiu do corpo e como nós não o destruímos, a missão não estava completa...
Mas, como eu posso auxiliar meu grupo contra espíritos? Eu não sou capaz de acertar aquilo que não é sólido! Algo me abala nesse lugar, embora eu tenha sido treinado para agüentar isso, como pode estar acontecendo isso comigo?
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