terça-feira, 8 de abril de 2008

1 missao, Protetor

Engraçado como são as coisas...

Um dia em meio ao meu treinamento meu superior me disse que agora eu estaria apto para seguir com uma missão um tanto quanto diferente. E eu realmente não esperava aquilo!

Eu defenderia um ser aparentemente do plano do fogo; eu nunca vira um Efreet antes na vida! Ele se apresentou muito educadamente como Iganthor, e teve que me explicar melhor sua essência. Apesar de viver num mundo de magos, nem todos eles perdem seu tempo com pessoas com tão pouco talento quanto eu, e só ensinam o básico e os talentosos obtêm toda a atenção. Um dia ainda eles verão que só a magia não é o suficiente para nossa defesa. Creio que eles já saibam afinal os templos estão repletos de monges.

Aparentemente outro membro foi designado para a equipe, Gotek, um clérigo de Azuth, mas ele deve ter sido mago em algum momento da vida dele; inteligente demais e com a mesma visão contemplativa do desconhecido que eu, talvez até mais. Os talentosos de verdade que se preocupem com a magia, se Mystra não me quis como mago, algum outro Deus deve me querer por algum motivo. Mas eu ainda tenho dúvidas sobre isso, já ouvi falar de um Deus que governa todos os deuses, mas não se importa ou retribui mesmo quem o reverencia. Gostei d’Ele, que lutemos para obter o que queremos...

Fomos para Meruhal de encontro ao governador da cidade, Pulgro Rilin. Ele tem o título de Woe Comus, ou seja, ele é o líder e membro mais proeminente no país dentre os magos invocadores elementalistas. Talvez por isso me escolheram, afinal, o Efreet e eu invocamos essências ígneas. Ficamos hospedados na propriedade de Comus Pulgro à espera de nossa tarefa. À Ela a então...

Aparentemente um Gnoll, possesso por algum espírito demoníaco, dessecrou um templo de Mystra. Tais raças deveriam ser expurgadas. Isso se ele estiver vivo mesmo, pois caso seja um morto vivo, que seja banido para os 9 infernos. A presença de Gotek de Azuth se torna clara. Eu vou me preocupar em derrubá-lo enquanto ele pede pro Cajado Cinzento banir o demônio. Mas pelo visto não vai ser algo tão banal...

Conseguimos um transporte adequado para a viagem até o posto militar mais próximo das montanhas e das divisas com Dambrath. Aqui os Crintis seriam repelidos duramente pela pequena, porém extremamente competente guarda das Torres Neth. Lá encontramos 3 Crintis que haviam fugido de um licantropo no Passo. Um deles parece ser da casta nobre dessa raça maldita, se é que existe algum tipo de nobreza entre os meio elfos negros. Esse era mais polido e inteligente do que indicavam suas roupas. Seria ele algum tipo de necromante que mexe com as aranhas? Acho que já ouvi falar de Loth das aranhas e teias, que se bem lembro era a deusa principal dos elfos negros. Seu nome era Ghroetexciamallar, simplificado para Ghroetex. Ele nos relatou que na verdade antes do ataque, cavaleiros de Dambrath perseguiam a carruagem deles. Acho que eles precisam ser lembrados de ter modos para com nossa terra.

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